Tudo
o que existe se resume apenas ao que é visível?
Essa
coisa de fé... cogitar sobre isso... sobre “céu”... não nos leva a um processo
ilusório e/ou alienante?
Crer
ou não crer?
Não
é raro que milhares de “boas cabeças” dão uma boa parada nessa região
fronteiriça: - Entre a FÉ e a DESCRENÇA –
Nestas
minhas lucubrações, vou pinçando falas de pensadores e divagando entre estes
dois pólos.
“Toda
formiga conhece o segredo do seu formigueiro, toda abelha conhece o segredo de
sua colméia.
Elas
sabem do seu próprio jeito, e não do nosso jeito.
Somente
a humanidade não sabe o seu segredo.” Fiodor Dosteievski
“Então
agora, com essa louca paixão, que me fez tomar arte como ídolo e rei, conheci o
fardo do erro que é suportado e qual desgraça nasce do desejo do homem [...].
As
frivolidades mundanas roubaram o tempo que me foi dado para refletir em Deus.” Michelangelo
Por
isso, e muito mais, eu me debruço sobre a seguinte afirmação (que para mim é
certeza) e ali finco raízes:
“Assim
fixo os meus olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se
vê é transitório, mas o que não se vê é eterno”. II Cor. 4:18
Francis
S Collins, Cientista Diretor do Projeto Genoma ( aquele que mapeou a sequência
do DNA humano), em seu livro – A Linguagem de Deus – faz revelações incríveis
de como ele, sendo um cientista ateu, se transformou num amante admirador de
Deus. (Esse livro se tornou um best-seller do The New York Times).
Me
permita transcrever um dos textos que me emociona nesse livro: “O genoma humano é formado por todo o DNA de
nossa espécie; é o código de hereditariedade da vida. O texto recém revelado
apresentava 3 bilhões de letras, escrito num código estranho e enigmático composto
de quatro letras. A complexidade das informações contidas em cada célula do
corpo humano é tamanha e tão impressionante que ler uma letra por segundo desse
código levaria 31 anos, dia e noite,
ininterruptamente. Se imprimíssemos essas letras num tamanho de fonte regular,
em etiquetas normais, e as uníssemos, teríamos como resultado uma torre do
tamanho aproximado de um prédio de 53 andares. Pela primeira vez naquela manhã
de verão, aquele enredo fabuloso, que continha todas as instruções para construir
um ser humano, encontrava-se disponível para o mundo.”
Fala
sério!!!! Não consigo e nem quero me apartar disso tudo. Ele o Deus Criador!
A
Ele a total submissão da minha mente.
Abraços,
Lílian
Duque Vasconcelos – 17/04/2013.
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